
Ao
permitir o voto facultativo do jovem de 16 anos, o legislador,
implicitamente, afirma que ele é responsável por suas decisões, uma vez
que o autoriza a escolher seu representante político, consequentemente,
de toda uma nação. Ora, se um menor de idade pode interferir na política
nacional demonstrando sua cidadania com o voto, como também não ser
responsabilizado por outras decisões que ferem diretamente a sociedade?
Por: Débora Maria Assumpção – 5º período da Faculdade de Direito e Ciências Sociais do Leste de Minas (Fadileste)