No
passado, os que lutavam pela liberdade eram considerados doentes; hoje,
os que resistem ao imperialismo e à opressão são taxados de criminosos –
mas a máscara que oculta os opressores continua a mesma.Assim como o negro que insistia em ser livre e ignorava o diagnóstico medico de “drapetomania”, os artistas continuarão a ignorar os eufemismos inventados pelos opressores para silenciar as vozes dos que lutam pela liberdade, e é bom que assim seja!
Por Natália Forcat