Meu
contato com o rap foi na cadeia. Eu já estava cansando de tirar cadeia e
entrando na finalidade de sair da cadeia e parar. Eu já conhecia o rap.
Sou da quebrada do Mano Brown, dos Racionais. Eu o via no ônibus, mas
não era muito de conversar, só de cumprimentar. Eu falei pra minha irmã
ir na casa do Brown e pegar o endereço pra mim. Eu escrevi pra ele que
estava querendo parar com o crime e que tinha umas letras de música que
ia mandar pra ele. Ele disse que se eu tivesse compromisso de parar com o
crime e não tivesse nada errado que possa prejudicar o movimento ele me
daria uma força. Foi nessa que eu ingressei. Eu próprio sou uma
testemunha que o rap muda e pode mudar.Um blog para discussão de temas pertinentes a Cena do Hip Hop em toda a sua abrangência como forma de Cultura e instrumento de luta e afirmação.
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Ex-detento, rapper fala do cotidiano dentro e fora dos presídios
Meu
contato com o rap foi na cadeia. Eu já estava cansando de tirar cadeia e
entrando na finalidade de sair da cadeia e parar. Eu já conhecia o rap.
Sou da quebrada do Mano Brown, dos Racionais. Eu o via no ônibus, mas
não era muito de conversar, só de cumprimentar. Eu falei pra minha irmã
ir na casa do Brown e pegar o endereço pra mim. Eu escrevi pra ele que
estava querendo parar com o crime e que tinha umas letras de música que
ia mandar pra ele. Ele disse que se eu tivesse compromisso de parar com o
crime e não tivesse nada errado que possa prejudicar o movimento ele me
daria uma força. Foi nessa que eu ingressei. Eu próprio sou uma
testemunha que o rap muda e pode mudar.
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