Um blog para discussão de temas pertinentes a Cena do Hip Hop em toda a sua abrangência como forma de Cultura e instrumento de luta e afirmação.
Monteiro Lobato e o racismo entre nós
A favela vai muito além de uma “cultura favelada”
O ringue do rap
No
passado, grandes figuras da nossa literatura, como Carlos Drummond de
Andrade e Fernando Sabino, costumavam escalar os arcos de um dos
cartões-postais de Belo Horizonte, o Viaduto de Santa Tereza. Hoje, é
embaixo dele que a arte e a cultura se manifestam. O lugar, palco de um
dos eventos de rua mais genuínos da capital, o Duelo de MCsCaras do rap Duelo de MCs completa cinco anos e revela nova geração de artistas do hip hop em Minas. Com mais de 200 disputas realizadas, qualidade do evento é reconhecida em todo o Brasil.
Ex-detento, rapper fala do cotidiano dentro e fora dos presídios
Meu
contato com o rap foi na cadeia. Eu já estava cansando de tirar cadeia e
entrando na finalidade de sair da cadeia e parar. Eu já conhecia o rap.
Sou da quebrada do Mano Brown, dos Racionais. Eu o via no ônibus, mas
não era muito de conversar, só de cumprimentar. Eu falei pra minha irmã
ir na casa do Brown e pegar o endereço pra mim. Eu escrevi pra ele que
estava querendo parar com o crime e que tinha umas letras de música que
ia mandar pra ele. Ele disse que se eu tivesse compromisso de parar com o
crime e não tivesse nada errado que possa prejudicar o movimento ele me
daria uma força. Foi nessa que eu ingressei. Eu próprio sou uma
testemunha que o rap muda e pode mudar.COCAÍNA » Mulher é mais dependente
Outra
razão para o vício feminino é que a variação hormonal causada pelo
ciclo menstrual atrapalha as mulheres que tentam sair da dependência. “O
corpo se adapta a uma configuração, quando a mulher interrompe o uso da
droga, mas o ciclo menstrual muda e o corpo entende que deve mudar
também. Isso confunde organismo feminino”, disse Madruga. A pesquisa
aponta ainda que as mulheres tem maior tendência a misturar cocaína com
álcool do que os homensUma polícia para ricos e outra para pobres em Belo Horizonte 11/09/2012
A
classe social determina o tipo de atendimento que a pessoa vai receber
da polícia. A afirmação parte de especialistas em segurança pública e da
população, que percebe a diferença na abordagem nos aglomerados e em
regiões nobres da capital.Cotas para negros: avanço ou retrocesso?
Essa
lei de cotas é a negação da miscigenação, uma verdadeira manipulação
das estatísticas, escondendo sérios problemas sociais, apenas dividindo
nossa nação em duas cores. Essa lei lamentavelmente promoverá o ódio
racial. E quem é contra essa lei absurda é imediatamente classificado de
ser da elite branca. Cotas no Brasil, se houver, deveriam ser para
proteger os pobres, marginalizados, os excluídos, sejam eles negros ou
não.
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