A cidade está se tornando palco do horrendo massacre de moradores de rua. Nos últimos dois anos, a cifra chega a cemPor: Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Um blog para discussão de temas pertinentes a Cena do Hip Hop em toda a sua abrangência como forma de Cultura e instrumento de luta e afirmação.
A cidade está se tornando palco do horrendo massacre de moradores de rua. Nos últimos dois anos, a cifra chega a cem
A
frequência com que manifestantes se apoderam de artérias importantes de
grandes cidades tumultua a rotina de trabalhadores, estudantes e demais
cidadãos que precisam se locomover.
Nosso futebol caminha lado a lado com a corrupção, os desmandos, a violência, com tudo de errado neste país do faz de conta.
A
Prefeitura de Belo Horizonte negou que irá fazer qualquer tipo de
retirada à força de moradores de rua. A explicação foi dada depois da
denúncia publicada nas redes sociais sobre uma suposta ação planejada de
“higienização” na cidade durante a Copa das Confederações.
Alguns fetos trazem de berço, ou melhor, de barriga, o gene da compulsividade assassina.
Para conhecer os trabalhos, trampos e Pixo pelo mundo.
O
grafite precisa da rua para existir e se valer em sua proposta, o pixo
não só tem esses preceitos como também rejeita o reconhecimento da
sociedade – e isso deveria anular qualquer forma “oficial” de pixação.
Você não entende o que eles escrevem nos muros? Não é mesmo pra
entender, é só pra eles se entenderem.
Sem
o intuito de culpabilizar a sociedade pelas desventuras dos usuários de
drogas e nem de relacionar o uso de drogas exclusivamente ao
capitalismo como fuga para o sofrimento (sendo que existem diversas
maneiras de fuga, como o por exemplo o vício por compras, pelo trabalho,
por sexo, comida, etc.), sabendo que o uso de substâncias é proveniente
de longa data, levantamos aqui uma singela visão de fatos e fatores
que, emaranhados, acabam por constituir em uma realidade fatídica a
esses indivíduos. Os infortúnios causados pelo uso indevido e desmedido
são decorrentes de uma complexa rede de acontecimentos e experiências,
sendo que existem sim fatores que contribuem para a condição de adicto,
mas que não são determinantes a ponto de estagnar a vida do indivíduo.
Família
de Rua comunica a interrupção do Duelo de MCs, por período
indeterminado. Confira a nota oficial sobre a decisão do coletivo: “É
tempo de parar”.
A Anistia Internacional apresentou um relatório para criticar a violência policial e o desrespeito aos direitos humanos.
Crianças com deficiência têm menos oportunidades e menos acesso a recursos e serviços que as demais crianças
Não existe um só benefício coletivo na liberação dos vícios privados. No caso, apenas malefícios.
Quem
dá esmola se sente tocado pela situação difícil que o pedinte está
vivendo, mas um morador de rua revela que usa o dinheiro para comprar
cachaça e drogas
Textos
de jovens internos revelam que 28,5% deles são favoráveis à redução da
idade penal. A maioria diz ter consciência do delito praticado e cobra
emprego e educação de qualidade
O fervor religioso é uma arma assustadora, disposta
É muito comum perceber no dia-a-dia situações em que “ser negro” é relacionado a características negativas.
A fobia não é um medo comum, que nos foi dado pela natureza como uma defesa, mas um medo obsessivo irracional.
Dinheiro,
comida, roupas e até fraldas infantis doadas por pessoas solidárias são
usadas por dependentes químicos como moeda de troca para conseguir
crack
A dependência química não admite discursos ingênuos ou campanhas ideológicas, mas ações firmes.
Cidade
Hip-Hop vai agitar a capital mineira, de hoje até domingo, com uma
série de atrações ligadas ao movimento, que une música, dança e
grafitagem
Para cada branco, morrem 3,5 negros em BH, diz Mapa da Violência
A
cidade de São Paulo, tem ficado cada dia mais violenta e, esta
violência incide em maior proporção sobre os negros, em conseqüência das
raízes históricas deste país, que foi estruturado no trabalho escravo
da época colonial e na exploração racial pós abolição da escravatura.
Os
dados até aqui apresentados sustentam o diagnóstico de que a dinâmica
temporal da violência urbana no Brasil está dissociada da dinâmica da
pobreza e da exclusão social. Outros fatores devem ser considerados na
explicação do processo de deterioração da ordem pública que nos assola. E
o principal deles é a crescente participação dos jovens no tráfico de
drogas.
A
sociedade geralmente faz uma grande diferença entre o alcoolismo e a
dependência de outras drogas, legais e ilegais, mas a doença é a mesma,
desenvolve-se do mesmo jeito, com os mesmos prejuízos sociais,
familiares, emocionais e mentais, não importando qual o tipo de droga
usada (sim, álcool é droga também). As poucas diferenças ocorrem na
velocidade que a droga leva para causar prejuízos físicos e mentais,
sendo que com o tempo todos os sistemas são afetados, assim como as
relações familiares, sociais e de trabalho.
Entender
sobre os efeitos das drogas é importante, mas deve-se observar a
individualidade, cada um apresenta uma relação única com a droga, “o
melhor informante é o usuário”
A cada branco, de 15 a 24 anos, que morreu em 2008, morreram, proporcionalmente, mais de dois negros.
Os dados são do Mapa da Violência divulgado este ano pela Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para apontar as razões e impactos na
sociedade desta violência, a Comissão de Comissão de Segurança Pública e
Combate ao Crime Organizado promoveu audiência pública que debateu a
questão da violência contra os jovens negros.
Se,
por um lado, a dependência química é uma doença crônica (incurável),
progressiva e fatal, a co-dependência não é incurável. Os padrões
codependentes se instalam baseando-se nas dificuldades emocionais que
cada pessoa já traz em si. Porém, com boa vontade, coragem e tratamento,
é possível sair desse círculo vicioso de culpa, tentativas frustradas
de controle e autodestruição.
E
disse a madame: “Imagina, agora minha empregada é administrada pelo
governo, com essas leis absurdas! Como se nós, patrões, não tratássemos
bem essas coitadas, que nascem na favela, em meio à pobreza, e têm a
sorte de arranjarem um emprego em nossas famílias”.
A
sua prática pode ser compreendida por toda e qualquer conduta abusiva
que se estabeleça de forma repetitiva e prolongada, expositora do
trabalhador a situações que lhe ocasionem dano à personalidade, à
dignidade ou à integridade física ou psíquica, resultando na degradação
do ambiente de trabalho e até mesmo no término da relação de emprego.