Quem
dá esmola se sente tocado pela situação difícil que o pedinte está
vivendo, mas um morador de rua revela que usa o dinheiro para comprar
cachaça e drogasPor: Sandra Kiefer
Um blog para discussão de temas pertinentes a Cena do Hip Hop em toda a sua abrangência como forma de Cultura e instrumento de luta e afirmação.
Quem
dá esmola se sente tocado pela situação difícil que o pedinte está
vivendo, mas um morador de rua revela que usa o dinheiro para comprar
cachaça e drogas
Textos
de jovens internos revelam que 28,5% deles são favoráveis à redução da
idade penal. A maioria diz ter consciência do delito praticado e cobra
emprego e educação de qualidade
O fervor religioso é uma arma assustadora, disposta
É muito comum perceber no dia-a-dia situações em que “ser negro” é relacionado a características negativas.
A fobia não é um medo comum, que nos foi dado pela natureza como uma defesa, mas um medo obsessivo irracional.
Dinheiro,
comida, roupas e até fraldas infantis doadas por pessoas solidárias são
usadas por dependentes químicos como moeda de troca para conseguir
crack
A dependência química não admite discursos ingênuos ou campanhas ideológicas, mas ações firmes.
Cidade
Hip-Hop vai agitar a capital mineira, de hoje até domingo, com uma
série de atrações ligadas ao movimento, que une música, dança e
grafitagem
Para cada branco, morrem 3,5 negros em BH, diz Mapa da Violência
A
cidade de São Paulo, tem ficado cada dia mais violenta e, esta
violência incide em maior proporção sobre os negros, em conseqüência das
raízes históricas deste país, que foi estruturado no trabalho escravo
da época colonial e na exploração racial pós abolição da escravatura.
Os
dados até aqui apresentados sustentam o diagnóstico de que a dinâmica
temporal da violência urbana no Brasil está dissociada da dinâmica da
pobreza e da exclusão social. Outros fatores devem ser considerados na
explicação do processo de deterioração da ordem pública que nos assola. E
o principal deles é a crescente participação dos jovens no tráfico de
drogas.
A
sociedade geralmente faz uma grande diferença entre o alcoolismo e a
dependência de outras drogas, legais e ilegais, mas a doença é a mesma,
desenvolve-se do mesmo jeito, com os mesmos prejuízos sociais,
familiares, emocionais e mentais, não importando qual o tipo de droga
usada (sim, álcool é droga também). As poucas diferenças ocorrem na
velocidade que a droga leva para causar prejuízos físicos e mentais,
sendo que com o tempo todos os sistemas são afetados, assim como as
relações familiares, sociais e de trabalho.
Entender
sobre os efeitos das drogas é importante, mas deve-se observar a
individualidade, cada um apresenta uma relação única com a droga, “o
melhor informante é o usuário”
A cada branco, de 15 a 24 anos, que morreu em 2008, morreram, proporcionalmente, mais de dois negros.
Os dados são do Mapa da Violência divulgado este ano pela Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para apontar as razões e impactos na
sociedade desta violência, a Comissão de Comissão de Segurança Pública e
Combate ao Crime Organizado promoveu audiência pública que debateu a
questão da violência contra os jovens negros.
Se,
por um lado, a dependência química é uma doença crônica (incurável),
progressiva e fatal, a co-dependência não é incurável. Os padrões
codependentes se instalam baseando-se nas dificuldades emocionais que
cada pessoa já traz em si. Porém, com boa vontade, coragem e tratamento,
é possível sair desse círculo vicioso de culpa, tentativas frustradas
de controle e autodestruição.
E
disse a madame: “Imagina, agora minha empregada é administrada pelo
governo, com essas leis absurdas! Como se nós, patrões, não tratássemos
bem essas coitadas, que nascem na favela, em meio à pobreza, e têm a
sorte de arranjarem um emprego em nossas famílias”.
A
sua prática pode ser compreendida por toda e qualquer conduta abusiva
que se estabeleça de forma repetitiva e prolongada, expositora do
trabalhador a situações que lhe ocasionem dano à personalidade, à
dignidade ou à integridade física ou psíquica, resultando na degradação
do ambiente de trabalho e até mesmo no término da relação de emprego.
“Muita
gente ainda vê o grafite como pichação e vandalismo. Mas creio que o
objetivo desses jovens era apenas melhorar o espaço e dar uma cara nova à
pista de skate”Frederico Eustáquio Maciel.
Episódio revela que cidadão está mais vigilante
Dicas aos pais e educadores em caso de abuso
Conheça a história de crianças que vivem encarceradas com as mães na cadeia
Outras
oito categorias já têm seus vencedores.Categorias Ciência, Cultura,
Economia e desenvolvimento de Minas, Educação, Esportes, Inovação, Meio
ambiente e Personalidade do ano já foram escolhidos pelo corpo de
jurados do Prêmio Bom Exemplo deste ano.
É
um benefício previdenciário polêmico e pouco conhecido: o
auxílio-reclusão. Ele é concedido aos dependentes do segurado de baixa
renda que esteja recolhido à prisão em regime fechado ou regime
semi-aberto. O benefício não é pago à família do preso que esteja
cumprindo pena no regime aberto ou que esteja em liberdade condicional.
“Hoje,
o mundo é absolutamente permeado pela comunicação, por tecnologias
avançadas, por estímulos intensos desde cedo e a gente percebe
claramente que o desenvolvimento acelera também, ainda que a maturidade
seja um processo longo, que pode durar uma vida inteira”, disse Kátia,
vice-coordenadora do Departamento de Ética e Psiquiatria Legal da
Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).
O
que há de comum entre um guerrilheiro vietcong em combate contra o
exército norte-americano – o mais poderoso da Terra – na guerra do
Vietnã, na década de 1960, e um jovem negro do Capão Redondo, periferia
de São Paulo, hoje?
Todas
as vezes que ocorre um crime provocando uma comoção nacional, as velhas
vozes da intolerância e da vingança punitiva clamam por mais leis
draconianas como lenitivo para diminuir a criminalidade violenta. Foi
assim com a “criação” da lei de crimes hediondos, por exemplo. Pergunta:
esse tipo de recrudescimento penal dá algum resultado? Resposta rápida e
certeira: claro que não.
Se
aprovada a redução da idade, os bandidos adultos passarão a induzir ao
crime os jovens de 15 e 14 anos. Suponhamos que seja aprovada a redução
da maioridade penal para 16 anos. Os bandidos adultos passarão a induzir
ao crime jovens de 15 e 14 anos.
Cartografia colaborativa muda a forma de pensar e viver as cidades. Projeto aproxima público mineiro da arte do grafite
Médicos
que debatem a discriminalização do aborto se dividem entre o momento da
concepção e o desenvolvimento do embrião. Questão esbarra em ética,
moral e religião